(Henri Cartier-Bresson/Magnum, 1952, Rua Mouffetard, Paris)
(Martine Frank/Magnun, 1996, Tulku Kentrol Lodro Rabsel com seu tutor Lhagyel, no Mosteiro de Shechen, Nepal)
(Édouard Boubat/Rapho, 1989, Cerejeira Japonesa)
Jean-philippe Charbonnier/Eyedea, 1979, O Segredo, Eglantine e Laurence, Paris)
Segundo os especialistas, sentimentos de prazer e desprazer são relativamente independentes - o que significa dizer que a ausência de sofrimento, de problemas, não garante uma vida feliz a ninguém! -, a felicidade não é para todo mundo - mas apenas para aqueles dispostos a trabalhar por ela -, e o trabalho para o aumento da felicidade tem suas limitações.
Pesquisas nessa área indicam que os "determinantes" da felicidade podem ser definidos em: fatores genéticos (50%), circunstâncias (10%) e atividade intencional (40%), que seria a nossa "margem de manobra", representada pelas escolhas que fazemos em nossas vidas e pela forma como pensamos.
[A idéia é que ainda que você seja geneticamente inviável e circunstancialmente fodido, ainda teria 40% de chances de ser feliz na vida. Resumindo, é isso.]
A intenção é até boa, mas considerando que não gosto nada de matemática, muito menos de definições cartesianas para valores tão subjetivos como esse, fica aqui o meu protesto quanto aos tais 40% de boa-vontade do sujeito, até que me apresentem uma planilha de cálculo informando, por exemplo, quantos Kwh de energia eu preciso produzir com o meu "trabalho" para atingir essa meta que me cabe... pensou a mesma coisa que eu (vide o post "Fuck the Pig")?!!
(Henri Cartier-Bresson/Magnum, 1969, Boulevard Diderot, Paris)
Eu escolho acreditar no ser humano. Pronto. Está decidido. Eu acredito no seu desejo. Na sua fé.
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