
Neste dia internacional da mulher, registro aqui a minha homenagem a Kathryn Bigelow que, diante do terror, não desertou, não correu para Pandora, não se radicou na colônia dos Na'-vi, ao contrário, arregalou os olhos, suspendeu a barra da saia e ousou caminhar por territórios minados para viver uma história que acontece aqui, agora. Para escrever a sua história. E nos falar de uma estupidez tão familiar, da difícil volta para casa, e da humanidade possivel na diferença, como só uma mulher poderia fazer.
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E fez arte.
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E ao receber os sinceros cumprimentos de seu ex-marido pelo prêmio, em pleno Kodak Theatre - local mais apropriado não poderia ser -, ouvi dizer que deu um sorriso e, ao pé do ouvido, lhe falou baixinho: "I see you, James... I see you."
6 comentários:
Hm, ex-marido e ex-mulher. Taí uma disputa pra ninguém ousar meter a colher!
Se toda "disputa" fosse como essa, cinematográfica, o mundo seria, certamente, um lugar bem melhor de se viver!
Belo post. E que comentário fofo! :)
Morro de vergonha quando alguém que não conheço diz que lê minhas lamúrias, mas, por outro lado, fico feliz de verdade. 'brigada pelas palavras, Isabela, 'brigada mesmo.
Foi de coração, Tati!
E lamúria que nada! Seus textos são umas graças! Adoro!!
A-DO-REI BELÍSSIMA, A-DO-REI!
VOCÊ TEM AS MELHORES SACADAS AMIGA.
BJOS.
Que bom que gostou, querida!!!
AMEI os dois filmes, mas os sujeitos implicados nas histórias sempre me inspiram bem mais! O que é essa foto, Deus do céu!!! Uma obra-prima!!! Beijos, linda!!!
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