
Conversando com o amigo – sua referência masculina de sanidade emocional –, contou algumas frustrações, dividiu algumas alegrias, alguns avanços – reconhecidos nesse novo processo de separação –, confidenciou fantasias histéricas que têm impulsionado atos recentes, e conheceu, enfim, a importante
Teoria da Iniciativa Limitada, por meio da qual pôde relembrar – definitivamente – que, quando um não quer... não sou eu quem vai querer por ele.
.Não mesmo.
.
E o mais importante: relembrou também que sempre há-braços. Sempre.
Estes.
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