sábado, 31 de maio de 2008

Valeu a intenção...

É... a moeda caiu.
... Mas adivinha?
EU FIZ UM PEDIDO!!!
.
;-)

Valeu a intenção...

É... a moeda caiu.
... Mas adivinha?
EU FIZ UM PEDIDO!!!
.
;-)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Maracanã. Dia 04/06/08. Você está convidado para a nova invasão.

Meu pai saiu de si, entrou no avião - plagiando Saritos! - e foi para a Buenos Aires empurrar o Fluminense para cima do Boca!

Ontem, entre um recurso e outro, recebi a ligação dele em êxtase, quase afônico, relembrando com alegria a nova versão daquela doce canção:

- TU ÉÉÉS "TIME" DE MARICÓÓÓN... CORNO, BOLOTO Y CAGÓÓÓN... ADIOS BOCAAAA!

Carilhos, que maneiro!!!

Quarta tô lá...

Maracanã. Dia 04/06/08. Você está convidado para a nova invasão.

Meu pai saiu de si, entrou no avião - plagiando Saritos! - e foi para a Buenos Aires empurrar o Fluminense para cima do Boca!

Ontem, entre um recurso e outro, recebi a ligação dele em êxtase, quase afônico, relembrando com alegria a nova versão daquela doce canção:

- TU ÉÉÉS "TIME" DE MARICÓÓÓN... CORNO, BOLOTO Y CAGÓÓÓN... ADIOS BOCAAAA!

Carilhos, que maneiro!!!

Quarta tô lá...

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Dá-lhe Cléo Perez

Sábado. Oito e meia da noite.
Fazia frio. Uns dezoito graus (o que para mim já é bem frio).
Meu filho, com o pai.
Eu, no mercado (sim, eu adoro mercado).
Estava começando a gostar da idéia de passar na Blockbuster, assar uma pizza, abrir uma boa garrafa de vinho, que está lá em casa há alguns meses à espera de uma ocasião especial - que está difícil de acontecer –, e passar a noite na melhor companhia do mundo naquelas circunstâncias: a minha.
Eis que o telefone toca. Número não identificado. Uma voz masculina com uma empolgação de dar inveja a qualquer histérico recém transpassado pela angústia da castração:

- E AEEEEEEEEEEEEEEE!!! FAAAAALA BELAAAAAAA!!!! Cadê você, mulher?!! Nem me ligou na semana passada, hein?! Sacanagem...

Amigo de longa data. Leia-se: A-M-I-G-O. Recém separado. Felicidade típica de quem acabou de entrar para o clube.

- E aí, filho? Tudo bem?
- POOOOOOOORRA... tô no churrasco de um amigo meu, aqui perto da sua casa, desde o meio dia... Já viu né?! Mas e aí, qual a boa?!

Pronto. Naquele momento, já tinha certeza de que ainda não seria naquela noite que derrubaria a tal garrafa de vinho; mas como mulher é bicho carente, fiz doce:

- Então... Estava me preparando ficar embrulhadinha em casa... Por quê? Qual é o plano?
- BUKO!

Era a senha.
- CLARO que vamos. A que horas?

E corre pro caixa. Paga as compras. Joga tudo na mala do carro. Corre pra casa. Tira tudo da mala. Põe tudo no carrinho de compras do prédio (ufff...). Sobe o elevador. Tira tudo do carrinho e joga no chão da cozinha (uffffffffffffff...). Carrinho no elevador (sozinho, claro). Volta para a cozinha. Olha a zona que terá que arrumar...
... E começa a ficar com preguiça de sair...

Se já não tivesse feito algumas ligações para suas amigas no caminho até a casa, poderia até desistir, mas agora, com a mulherada ouriçadíssima para conhecer o amigo recém-solteiro, não tinha mais essa escolha.

E vamos nós.

Bar cheio. Cerveja gelada. “Roquenrol” da melhor qualidade. Amigas balzaquianas cheias de hormônios e histórias para contar. Fórmula perfeita para a diversão garantida.

A primeira, dizendo ver o mundo bege ao lado do gatinho atual, se deliciava com a idéia de viver uma paixão avassaladora, enquanto esperava o telefone tocar – porque, afinal, estavam meio brigados naquela noite.

A segunda, dizendo estar tranqüilíssima na sua condição de solteira, relembrava amores passados e perguntava pelo amigo recém-solteiro da amiga, que na última ligação disse estar em Botafogo e ainda não havia chegado.

Eu, semi-cansada do mercado, semi-cansada da vida de solteira, semi-revoltada com o desfecho do último relacionamento – que me rendeu um lindo cooler e lindas fotos tipo anúncio de margarina –, preferi me concentrar na cerveja gelada, no “roquenrol” da melhor qualidade e nas divertidíssimas histórias das amigas balzaquianas cheias de hormônios.

E lá vêm eles.

O amigo recém-solteiro.
Os amigos do amigo recém-solteiro.
E o mais curioso: vieram em mesmo número que nós. Era, praticamente, um para um – se todos ali estivessem dispostos a um “corpo-a-corpo”.

Pensei comigo: "Homem é bicho bobo mesmo..."

Mas vamos em frente.

Papo vai. Papo vem. O grandão sacou logo de saída que não teria jogo comigo – a maior de todas – e sumiu. Talvez em um gesto de lealdade para com seus amigos de estatura menos privilegiada... Talvez porque simplesmente não gostou de ninguém e não estava a fim de ficar batendo papo... ENFIM, isso não tem a menor importância para a história.

Na pista, cansada de ficar esperando o celular tocar, a amiga semi-solteira resolveu desligar - inclusive o aparelho - e procurar cores mais vivas no mundo ao seu redor. E nessa onda, o amigo riponga do amigo recém-solteiro se apaixonou e enfrentou um grande problema: não conseguia nem tirar os olhos da menina e nem se aproximar dela. Perdeu pontos.

O amigo recém-solteiro chegou de sola na amiga solteira-convicta, se apaixonaram, casaram, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre naquela noite.

Enquanto o amigo riponga continuava fazendo feio, a amiga semi-solteira-fora-da-área-de-cobertura resolveu ligar o celular novamente – só para que o futuro-ex-gatinho não tivesse mais esse argumento na briga do dia seguinte – e me chamou para mostrar alguém que chegava ao recinto:

- Olha lá. Aquela ali não é a Cléo Perez?
- Sei lá. Acho que é...
- Bonita a desgraçada, né...
- É... mais ou menos...
- Ih... parou do nosso lado.
- Parece que sim...
- Ela é da minha altura, hein?
- Sei lá... Acho que é...
- Ih... ela tá rebolando pra cá. Será que ela é sapata?
- Caralho, filha... tu tá a fim da Cléo Perez? Na boa!!! Calma aí! O gatinho vai ligar! E se não ligar, foda-se! Tá cheio de cara bacana no mundo.

Não se mente para uma amiga dessa forma, eu sei, mas naquele momento de desespero, não consegui pensar em nada melhor.

- E vamos dançar pra lá, porque a concorrência aqui tá desleal!

Fomos gargalhando para o outro lado da pista, estabelecendo metas e diretrizes para não abandonarmos o plano de continuarmos habitando o universo heterosexual – afinal de contas, depois dos trinta, de tantas desilusões, frustrações e aborrecimentos, a paciência com os homens, de fato, começa a ficar escassa.

E lá fomos nós... E o amigo riponga também. Claro.

Mais cerveja gelada. “Roquenrol” da melhor qualidade. Amigas balzaquianas semi-sonolentas, com os hormônios já semi-adormecidos, e nas cabeças, só merda: “ah, se ele estivesse aqui”, “ah, se ele não fosse tão babaca”, “ah, se ele fosse pra puta que o pariu”...

Na boa: Hora de ir para casa.

No carro, os últimos comentários infames sobre os personagens bizarros da noite, e a dúvida de sempre: “Por onde será que os caras maneiros devem estar a essa hora, hein...?”

- Dormindo, porra! Já são quase seis da manhã!

Quatro semanas depois...
Quinta-feira. Onze e pouca da manhã.
Sol forte lá fora. Escritório gelado. Vontade "zero" de trabalhar.
Destino dos personagens: O amigo recém-solteiro continua solteiro, porque foi com muita sede ao pote da amiga solteira-convicta, que se apavorou e saiu correndo depois do terceiro encontro em uma única semana e algumas ligações no meio do dia.
A amiga semi-solteira enrolada com o gatinho bege terminou com ele, logo descobriu que o daltonismo era seu, voltou atrás, admitiu que, na verdade, estava com muito medo da vida das cores, e hoje está muito bem – obrigada – com aquele que já se arrisca a chamar de N-A-M-O-R-A-D-O.
O amigo grandão do amigo recém-solteiro nunca mais foi visto depois que saiu correndo pelas ruas de Botafogo naquela noite, sabe-se lá por quê.
Eu estou aqui pensando que, às vezes, coisas muito bacanas acontecem debaixo do nosso nariz, mas estamos quase sempre muito “pré-ocupados” para perceber...
... E por falar nisso, por onde andará o amigo riponga, hein?

Ah, e a garrafa de vinho continua lá em casa. Agora esperando apenas a pizza, o filminho da Blockbuster e a próxima noite fria, que virá.

Dá-lhe Cléo Perez

Sábado. Oito e meia da noite.
Fazia frio. Uns dezoito graus (o que para mim já é bem frio).
Meu filho, com o pai.
Eu, no mercado (sim, eu adoro mercado).
Estava começando a gostar da idéia de passar na Blockbuster, assar uma pizza, abrir uma boa garrafa de vinho, que está lá em casa há alguns meses à espera de uma ocasião especial - que está difícil de acontecer –, e passar a noite na melhor companhia do mundo naquelas circunstâncias: a minha.
Eis que o telefone toca. Número não identificado. Uma voz masculina com uma empolgação de dar inveja a qualquer histérico recém transpassado pela angústia da castração:

- E AEEEEEEEEEEEEEEE!!! FAAAAALA BELAAAAAAA!!!! Cadê você, mulher?!! Nem me ligou na semana passada, hein?! Sacanagem...

Amigo de longa data. Leia-se: A-M-I-G-O. Recém separado. Felicidade típica de quem acabou de entrar para o clube.

- E aí, filho? Tudo bem?
- POOOOOOOORRA... tô no churrasco de um amigo meu, aqui perto da sua casa, desde o meio dia... Já viu né?! Mas e aí, qual a boa?!

Pronto. Naquele momento, já tinha certeza de que ainda não seria naquela noite que derrubaria a tal garrafa de vinho; mas como mulher é bicho carente, fiz doce:

- Então... Estava me preparando ficar embrulhadinha em casa... Por quê? Qual é o plano?
- BUKO!

Era a senha.
- CLARO que vamos. A que horas?

E corre pro caixa. Paga as compras. Joga tudo na mala do carro. Corre pra casa. Tira tudo da mala. Põe tudo no carrinho de compras do prédio (ufff...). Sobe o elevador. Tira tudo do carrinho e joga no chão da cozinha (uffffffffffffff...). Carrinho no elevador (sozinho, claro). Volta para a cozinha. Olha a zona que terá que arrumar...
... E começa a ficar com preguiça de sair...

Se já não tivesse feito algumas ligações para suas amigas no caminho até a casa, poderia até desistir, mas agora, com a mulherada ouriçadíssima para conhecer o amigo recém-solteiro, não tinha mais essa escolha.

E vamos nós.

Bar cheio. Cerveja gelada. “Roquenrol” da melhor qualidade. Amigas balzaquianas cheias de hormônios e histórias para contar. Fórmula perfeita para a diversão garantida.

A primeira, dizendo ver o mundo bege ao lado do gatinho atual, se deliciava com a idéia de viver uma paixão avassaladora, enquanto esperava o telefone tocar – porque, afinal, estavam meio brigados naquela noite.

A segunda, dizendo estar tranqüilíssima na sua condição de solteira, relembrava amores passados e perguntava pelo amigo recém-solteiro da amiga, que na última ligação disse estar em Botafogo e ainda não havia chegado.

Eu, semi-cansada do mercado, semi-cansada da vida de solteira, semi-revoltada com o desfecho do último relacionamento – que me rendeu um lindo cooler e lindas fotos tipo anúncio de margarina –, preferi me concentrar na cerveja gelada, no “roquenrol” da melhor qualidade e nas divertidíssimas histórias das amigas balzaquianas cheias de hormônios.

E lá vêm eles.

O amigo recém-solteiro.
Os amigos do amigo recém-solteiro.
E o mais curioso: vieram em mesmo número que nós. Era, praticamente, um para um – se todos ali estivessem dispostos a um “corpo-a-corpo”.

Pensei comigo: "Homem é bicho bobo mesmo..."

Mas vamos em frente.

Papo vai. Papo vem. O grandão sacou logo de saída que não teria jogo comigo – a maior de todas – e sumiu. Talvez em um gesto de lealdade para com seus amigos de estatura menos privilegiada... Talvez porque simplesmente não gostou de ninguém e não estava a fim de ficar batendo papo... ENFIM, isso não tem a menor importância para a história.

Na pista, cansada de ficar esperando o celular tocar, a amiga semi-solteira resolveu desligar - inclusive o aparelho - e procurar cores mais vivas no mundo ao seu redor. E nessa onda, o amigo riponga do amigo recém-solteiro se apaixonou e enfrentou um grande problema: não conseguia nem tirar os olhos da menina e nem se aproximar dela. Perdeu pontos.

O amigo recém-solteiro chegou de sola na amiga solteira-convicta, se apaixonaram, casaram, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre naquela noite.

Enquanto o amigo riponga continuava fazendo feio, a amiga semi-solteira-fora-da-área-de-cobertura resolveu ligar o celular novamente – só para que o futuro-ex-gatinho não tivesse mais esse argumento na briga do dia seguinte – e me chamou para mostrar alguém que chegava ao recinto:

- Olha lá. Aquela ali não é a Cléo Perez?
- Sei lá. Acho que é...
- Bonita a desgraçada, né...
- É... mais ou menos...
- Ih... parou do nosso lado.
- Parece que sim...
- Ela é da minha altura, hein?
- Sei lá... Acho que é...
- Ih... ela tá rebolando pra cá. Será que ela é sapata?
- Caralho, filha... tu tá a fim da Cléo Perez? Na boa!!! Calma aí! O gatinho vai ligar! E se não ligar, foda-se! Tá cheio de cara bacana no mundo.

Não se mente para uma amiga dessa forma, eu sei, mas naquele momento de desespero, não consegui pensar em nada melhor.

- E vamos dançar pra lá, porque a concorrência aqui tá desleal!

Fomos gargalhando para o outro lado da pista, estabelecendo metas e diretrizes para não abandonarmos o plano de continuarmos habitando o universo heterosexual – afinal de contas, depois dos trinta, de tantas desilusões, frustrações e aborrecimentos, a paciência com os homens, de fato, começa a ficar escassa.

E lá fomos nós... E o amigo riponga também. Claro.

Mais cerveja gelada. “Roquenrol” da melhor qualidade. Amigas balzaquianas semi-sonolentas, com os hormônios já semi-adormecidos, e nas cabeças, só merda: “ah, se ele estivesse aqui”, “ah, se ele não fosse tão babaca”, “ah, se ele fosse pra puta que o pariu”...

Na boa: Hora de ir para casa.

No carro, os últimos comentários infames sobre os personagens bizarros da noite, e a dúvida de sempre: “Por onde será que os caras maneiros devem estar a essa hora, hein...?”

- Dormindo, porra! Já são quase seis da manhã!

Quatro semanas depois...
Quinta-feira. Onze e pouca da manhã.
Sol forte lá fora. Escritório gelado. Vontade "zero" de trabalhar.
Destino dos personagens: O amigo recém-solteiro continua solteiro, porque foi com muita sede ao pote da amiga solteira-convicta, que se apavorou e saiu correndo depois do terceiro encontro em uma única semana e algumas ligações no meio do dia.
A amiga semi-solteira enrolada com o gatinho bege terminou com ele, logo descobriu que o daltonismo era seu, voltou atrás, admitiu que, na verdade, estava com muito medo da vida das cores, e hoje está muito bem – obrigada – com aquele que já se arrisca a chamar de N-A-M-O-R-A-D-O.
O amigo grandão do amigo recém-solteiro nunca mais foi visto depois que saiu correndo pelas ruas de Botafogo naquela noite, sabe-se lá por quê.
Eu estou aqui pensando que, às vezes, coisas muito bacanas acontecem debaixo do nosso nariz, mas estamos quase sempre muito “pré-ocupados” para perceber...
... E por falar nisso, por onde andará o amigo riponga, hein?

Ah, e a garrafa de vinho continua lá em casa. Agora esperando apenas a pizza, o filminho da Blockbuster e a próxima noite fria, que virá.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Dois Pra Lá, Dois Pra Cá

São dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Parece fácil, mas não é...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Exige vontade, desprendimento, coragem...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Tenho exercitado há algum tempo, mas só agora começo a ver resultado...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Porque descobri que quando se está preso a regras, ouve-se pouco da música...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Ah, a música...)

............
............
(Essa música que agora escuto...)

............
............
(Música que me toma e me faz sorrir...)

............
............
(Música que me leva aonde quero ir... e somente onde quero ir...)

............
............
(Música que me faz dançar... Dois pra lá... Dois pra cá...)

Dois Pra Lá, Dois Pra Cá

São dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Parece fácil, mas não é...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Exige vontade, desprendimento, coragem...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Tenho exercitado há algum tempo, mas só agora começo a ver resultado...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Porque descobri que quando se está preso a regras, ouve-se pouco da música...)

Dois pra lá, dois pra cá.
Dois pra lá, dois pra cá.
(Ah, a música...)

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(Essa música que agora escuto...)

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(Música que me toma e me faz sorrir...)

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(Música que me leva aonde quero ir... e somente onde quero ir...)

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(Música que me faz dançar... Dois pra lá... Dois pra cá...)